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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

SEMPRE INESQUECÍVEL

ZOOLÓGICO

O PASSEIO AO ZOOLÓGICO É SEMPRE CHEIO DE NOVIDADES, E MONOTONIA NÃO É UM TERMO APLICAVÉL A ELE. ASSIM AINDA QUE REALIZEMOS ESTE PASSEIO ANUALMENTE ELE É SEMPRE INÉDITO PARA NOSSOS OLHOS, POIS OS SERES VIVOS NÃO SE REPETEM! ESTE SIMPLES PASSEIO RENDEU PARA ATIVIDADES DE RODA DE CONVERSA,  NATUREZA E CULTURA, ALÉM DE LINGUAGEM MUSICAL!






























domingo, 7 de março de 2010

Fundo do Mar

Projeto Fundo do Mar
Elaborado por:
Bruna Marconi ,Carla Pinheiro, Carolina Burd, Lara Oliva

Dados de Identificação: o projeto será feito com alunos da educação infantil, com duração de um semestre. Pode ser adaptado para Ensino Fundamental I.

Tema: Fundo do Mar
Objetivos:

Conceitual: Os alunos serão capazes de:

identificar espécies marinhas;

enumerar características (nome, alimentação, tamanho, tempo de vida, reprodução, habitat);

perceber a interdependência entre as espécies.


Procedimental: os alunos serão capazes de:

pesquisar individualmente na Internet e em livros;

discutir em sala sobre o animal da semana;

preencher fichas;

trabalhar em grupo.


Atitudinal: os alunos serão capazes de:

desenvolver autonomia para pesquisa

valorizar a vida das diferentes espécies

respeitar o meio ambiente

Conteúdo:
A partir do animal escolhido na semana, o aluno deverá analisar:

tamanho;

tempo de vida;

reprodução;

alimentação;

habitat;

Procedimentos:
-os alunos escolhem os animais a serem estudados; P em roda, os alunos relatam seus conhecimentos prévios sobre o assunto e o que gostariam de saber;

-a partir do animal escolhido os alunos farão pesquisas, em casa com a ajuda dos pais/responsáveis, na Internet, em livros, jornais e revistas (buscando textos, curiosidades e imagens);

-novamente em roda, os alunos apresentam e discutem com o grupo seu material;

-comparam o tamanho dos diferentes animais estudados em relação ao seu próprio tamanho (dos alunos);

- completam fichas relacionadas ao tema, sendo que cada uma delas trabalha uma área do conhecimento (matemática, linguagem, ciências, geografia);

- escolhem em grupo uma receita que inclua o animal estudado;

- preparam, com a ajuda da professora, alimentos feitos com o animal estudado.

-deverá ser feita ao longo do processo, a partir da análise de cada etapa (atividade) realizada pelas crianças;

-o envolvimento dos alunos nas atividades e pesquisas será um ponto crucial da avaliação, bem como a realização dos objetivos planejados que envolvem a avaliação do professor.

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Brasil Oceânico



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Biodiversidade



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A Ilha dos Golfinhos



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Planeta Oceano


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Dengue ( Reportagem Domingo Espetacular)



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Especial para o Fundamental ( Ciências Naturais)



SER AMIGO DO TUBARÃO É POSSÍVEL
Conheça o Protuba, uma idéia para proteger os mais temidos animais marinhos
Por: Cathia Abreu, Ciência Hoje das Crianças
Publicado em 06/01/2005 | Atualizado em 02/03/2010
A pesca exagerada de tubarões, a sobrepesca, acontece quando existe a captura de uma espécie acima do limite recomendado. Desta forma, o animal não tem tempo de se reproduzir e devolver aos oceanos a quantidade de peixe necessária para o equilíbrio de sua espécie. Por isso, esses animais vão aos poucos desaparecendo.  (foto: Instituto Aqualung)

Peixes temidos, eles causam pânico por onde passam. Filmes e até uma trilha sonora que sinaliza a presença desses animais fizeram sucesso no cinema. Basta ouvir um som que parece um “tum, tum, tum, tum” e logo alguém grita: TUBARÃO! Mas será que há razão para tanto medo?


Um projeto chamado Tubarões no Brasil (Protuba) quer mostrar que não. Dirigido pelo biólogo marinho Marcelo Szpilman e gerenciado pelo Instituto Ecológico Aqualung, tem o objetivo de fazer com que as pessoas conheçam melhor os hábitos desses animais marinhos e percebam como é importante preservar os tubarões existentes no nosso país.


Preservar tubarões? Pois é. A idéia pode soar estranha, mas Marcelo explica que os tubarões não são tão terríveis e perigosos como se vê no cinema. Duro é convencer as pessoas disso e ainda conseguir colaboradores pela sobrevivência desses animais. “Os tubarões não são logo aceitos como golfinhos, baleias e tartarugas”, conta Marcelo. ”Por isso, é difícil encontrar simpatizantes para a causa.”


Hoje, existem 88 espécies no Brasil, sendo que 33 delas correm risco de extinção. Para tentar mudar essa realidade é que o projeto Tubarões no Brasil está aí.


O primeiro passo da iniciativa é fazer com que todos saibam como é necessário proteger o tubarão. Mas como fazer isso se o animal tem má fama? Simples: explicando as razões pelas quais ele é importante, por meio de informações oferecidas pelo projeto e até por palestras ministradas por pesquisadores, que podem ser solicitadas pelas escolas e universidades ao Protuba.
Você sabia, por exemplo, que os tubarões desempenham um papel e tanto nos oceanos? Como estão no topo da cadeia alimentar, são eles que promovem a ordem e mantém o equilíbrio populacional nos oceanos. Comendo certos animais, eles evitam o aumento exagerado das espécies. Além disso, por serem carniceiros assim como os urubus na terra, que consomem carniças e contribuem para a higiene do ambiente em que vivemos , os tubarões comem os animais doentes, feridos ou mortos e tratam da limpeza dos oceanos.


A cadeia alimentar
As espécies que vivem em um mesmo ambiente estão ligadas entre si, como elos de uma grande corrente. O motivo que as une é o alimento: uns servem de alimento aos outros, sendo que, os mais fortes comem os mais fracos. Assim, todos podem consumir a matéria que forma seus corpos e acumular energia para realizar as suas funções vitais.
Ao contrário do que muitos pensam, os tubarões também não atacam qualquer presa que aparece pela frente. Cada animal tem uma alimentação adequada à sua espécie, além de ter sua própria estratégia de caça.

 O tubarão-branco, por exemplo, geralmente ataca pessoas quando as confunde com uma presa. Mergulhadores podem virar alvo desse peixe porque a roupa que usam faz com que se pareçam com focas, um dos seus pratos prediletos! Já o tubarão cabeça-chata vê as pessoas como invasoras de seu território, o que provoca o ataque. Mas tanto uma espécie quanto a outra, quando atacam e notam que não são suas presas habituais, soltam as vítimas na primeira mordida.

Especial para o Fundamental ( Ciência Naturais)


Entenda por que surfistas e banhistas estão na mira desses peixes
Por: Pedro Gomes Ribeiro, Especial para a Ciência Hoje das Crianças
Publicado em 08/06/2004 | Atualizado em 02/03/2010
Você pode até não acompanhar o noticiário, mas com certeza ouviu falar que, recentemente, dois banhistas foram atacados por tubarões em praias de Recife. A notícia, infelizmente, não é novidade: em 12 anos, cerca de 50 ataques desse tipo ocorreram na capital de Pernambuco. A maioria foi feita pelo tubarão cabeça-chata, mas também há registros de ataques do tubarão-tigre. O que nos leva a perguntar: por que isso está acontecendo em Recife?



O fato é que as espécies de tubarão que vivem perto da praia e que antes tinham comida à disposição agora não têm mais tanto alimento assim. Segundo os cientistas, isso aconteceu provavelmente por conta da construção do Porto de Suape. "Durante as obras, foi preciso destruir mangues e rios das redondezas", explica Otto Bismarck Gadig, professor da Universidade Estadual Paulista e especialista em tubarões. "Isso afetou o ecossistema de tal jeito que esses animais ficaram sem muita comida disponível e, também, sem lugar para ter seus filhotes."

Como nós, seres humanos, não fazemos parte da alimentação dos tubarões, os cientistas levantam duas hipóteses -- ainda não comprovadas -- para explicar os ataques registrados na capital de Pernambuco. "Imagina-se que, por terem dificuldade em encontrar comida, os tubarões possam estar atacando pessoas como uma nova opção de alimento", conta Otto Bismarck Gadig. "Outra explicação dada sugere que os tubarões atacam o homem porque o confundem com suas presas: peixes grandes, tartarugas marinhas, raias, focas etc. Isso, no entanto, também não está provado."

Em Recife, os ataques costumam ocorrer em um trecho de poucos quilômetros próximo ao porto de Suape. No entanto, você sabia que em muitos outros locais tubarões e seres humanos convivem harmoniosamente? Pois é! Quando o meio ambiente não sofre agressões e está equilibrado, os ataques não acontecem. "Em Recife, ocorre justamente o contrário: a natureza foi alterada e a vida marinha ficou escassa, sem muitos alimentos para os poucos grandes tubarões que nadam ali", explica Otto Bismarck Gadig. Na capital de Pernambuco, também há muita gente, o que aumenta a chance de uma delas ser atacada por um peixe desse tipo faminto.

Entender as causas dos ataques de tubarão em Recife serve para mostrar que, nessa história, eles não são os grandes vilões. O aumento do número de casos não quer dizer que aumentou o número de indivíduos, portanto, matar os peixes não solucionaria o problema. É preciso mudar o modo como o homem vem lidando com a natureza para que banhistas, surfistas e tubarões possam aproveitar o mar tranqüilamente!

Tubarão cabeça-chata
Nome científico: Carcharhinus leucas.

Características: Tem o corpo cinza, a barriga branca e possui um focinho pequeno e largo. Mede até 3,5 metros. Sua primeira nadadeira dorsal é muito maior e mais pontuda do que a segunda.

Hábitat: É encontrado perto da costa, mas vive tanto no mar quanto em águas doces. Esses animais já foram vistos até no Rio Amazonas.

Alimentação: Come tartarugas marinhas, golfinhos e peixes, inclusive outros tubarões.

Tubarão tigre
Nome científico: Galeocerdo cuvieri.

Características: Pode atingir nove metros. Tem o corpo cinza, mas, quando filhote, seu corpo é coberto por manchas negras, por isso, é chamado popularmente de tubarão-tigre. É considerada uma das espécies mais agressivas.

Hábitat: Vive em oceanos nas regiões temperadas e tropicais, tanto perto da costa quanto no mar aberto. Essa espécie é encontrada próximo de recifes de coral, baías e desembocaduras de rios.

Alimentação: Come de tudo! Alimenta-se de peixes, tartarugas, caranguejos, moluscos, mamíferos, répteis. Para você ter uma idéia, já foram encontradas garrafas de plástico e latas de alumínio na barriga de um tubarão desse tipo!




Especial para o Fundamental (Ciências Naturais)


Por que as baleias encalham?
Conheça os diferentes motivos que podem fazer esses animais se desviarem de sua rota
Publicado em 26/11/2006 | Atualizado em 11/12/2009
  Elas têm muito em comum conosco. Afinal, como a gente, são mamíferos: têm sangue quente, cuidam dos seus filhotes, os alimentam com leite... Ao contrário de nós, porém, vivem no mar. Mas não é que têm pulmões e, por isso, precisam subir à superfície de vez em quando para respirar o oxigênio do ar? Nesse sentido, agem como os golfinhos, os elefantes-marinhos, as focas... Animais que, como elas, também podem encalhar nas praias: estamos falando das baleias!

Quer saber por que isso acontece com esses animais? Então, preste atenção: tudo começa no inverno das regiões polares. Nessa época, a comida diminui na Antártica, assim como as temperaturas, que já são bastante baixas. Então, as baleias migram até regiões mais quentes, localizadas nos trópicos, como o Brasil. Nesses locais, têm seus filhotes. Porém, quando começa o verão nas regiões polares, elas voltam ao seu lar, já que, nessa estação, a quantidade de sol e de comida aumenta ali. E é nas idas e vindas da Antártica que os problemas começam...

Nos oceanos tropicais, há muitas ameaças às baleias, como o encalhe nas praias, que pode ocorrer por diferentes motivos. Um deles é a infecção por parasitas. Se eles se instalam no ouvido da baleia, podem causar um distúrbio em um sistema de canais que existe ali e é responsável por orientar o animal: o labirinto. Desorientado, ele tende a navegar em águas mais rasas e se atola em bancos de areia.

Mas não é só. As baleias podem encalhar por inexperiência – o que, acredita-se, acontece com as baleias jubartes jovens – e também após se enroscarem em alguma rede de pesca solta em alto-mar. Presas nessas armações, elas não conseguem ir à superfície para respirar e acabam se afogando. Muito debilitadas, afundam, bóiam e pela ação dos ventos e correntes marinhas são lançadas nas praias. Como estão feridas e são muito pesadas, não conseguem sair dali, ficando encalhadas.

Infelizmente, quando não são socorridas a tempo, as baleias morrem. Neste caso, porém, se tornam fontes de estudo para os biólogos. Analisando os mamíferos marinhos, os especialistas podem descobrir, por exemplo, o grau de contaminação da água dos oceanos. Tendo essa informação, é possível tomar medidas para reduzi-la, ajudando a melhorar a qualidade de vida de outros bichos que vivem no mar.

Jailson Fulgêncio de Moura,
Grupo de Estudos Marinhos da Região dos Lagos e
Laboratório de Ecologia,
Escola Nacional de Saúde Pública,
Fundação Oswaldo Cruz.


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Especial para o Fundamental ( Ciências Naturais)



EMEF Ministro Calógeras
EMEF MANOEL CARLOS DE FIGUEIREDO FERRAZ
EMEF MANOEL CARLOS DE FIGUEIREDO FERRAZ
Projeto Animais Marinhos

Projeto Animais Marinhos

Objetivos:
Leitura
Pesquisa
Integração

Duração seis semanas.

Optei pelo trabalho em grupo.
Organizei a sala em 10 grupos de 4 alunos tendo o cuidado de colocar dois alfabéticos em cada grupo.
Houve um sorteio dos animais: caranguejo, tubarão azul, baleia jubarte e cavalo marinho.

Cada grupo ficou responsável por um animal e ao final do trabalho deveria apresentar para os outros grupos
de forma que todos conhecessem todos os animais.
 Em cada grupo nomeamos um aluno responsável pela distribuição das tarefas.

Comanda:

Pesquisa científica dos animais na Internet com opção de sites oferecido pelo regente e pelo poie. da turma e, pela pesquisa de dois alunos, fora da sala de aula (casa e lanhouse).
Ficha do bicho, realizada a partir dos textos destacados na Internet e, pelos textos do material do TOF.
Curiosidades, baseado no projeto dos animais do pantanal, realizado no 1º ano, assim como, a ficha do animal.
Cartaz- desenho, pintura, (maquete opcional)

Combinamos desenvolver as atividades uma vez por semana sempre as quartas-feiras porque não temos atividades extra-classe nesse dia.
Entreguei para cada grupo cópia do texto (guia TOF) referente ao animal. Ofereci outras fontes de pesquisa para que eles pudessem procurar em casa.
Utilizamos duas aulas da informática para pesquisa.
Durante a realização das atividades ofereci para os não alfabéticos momentos de leitura das palavras que se repetiram nos textos: animal, comprimento, peso, alimentação, filhote. Os mesmos também realizaram a escrita dos nomes dos animais, por meio do uso de letras móveis e, contribuíram com os desenhos.
Na apresentação os dois grupos que pesquisaram o mesmo animal se juntaram.

Avaliação

Aspectos positivos:

 Integração do grupo, pois com ou sem discussão eles acabavam se entendendo, participação da família embora timidamente, ou seja, muito pouco e interesse das crianças pela realização e participação no trabalho.

Aspecto negativo:

 Falta de envolvimento e compromisso por parte de alguns elementos dos grupos que acabou sobrecarregando os colegas.

EMEF PROF. ANTONIO DE SAMPAIO DORIA
EMEF. Professor Antonio de Sampaio Dória
São Paulo - SP
05/12/2008

sábado, 6 de março de 2010

Curiosidades


Golfinhos não

podem dormir



Ao contrário do homem, que respira normalmente enquanto dorme, os golfinhos precisam permanecer conscientes para respirar. Se o golfinho perder a consciência, morre sufocado. Por causa disso, não dorme como os humanos. Ele permanece numa semivigília durante oito horas por dia, vindo à superfície de tempos em tempos para respirar. Além disso, sempre mantém um olho aberto, alternando os olhos a cada hora.

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Tartaruga Marinha

Ciências


Fundamentos

Outubro de 2009

Qual a situação atual das tartarugas marinhas?

Elas são uma das espécies ainda ameaçadas de extinção

Renata Costa (novaescola@atleitor.com.br)







Todas as cinco espécies de tartarugas marinhas que vivem ou se aproximam para desovar, se alimentar ou descansar no litoral brasileiro estão em risco de extinção. São elas a cabeçuda, de pente, a verde, a oliva e a de couro, também conhecida como gigante. Essas são encontradas em todos os oceanos do mundo. E existem mais duas espécies, a kempi, na região do Golfo do México, e a flatback, na Austrália.

A boa notícia é que a situação tem melhorado, segundo a bióloga do Projeto Tamar em Ubatuba, Suami Macedo. "Nesses quase 30 anos de trabalho do Tamar, começamos agora a comemorar alguns sinais de recuperação graças à conscientização principalmente dos pescadores", explica. Com a atuação da ONG, houve um aumento gradual do número de filhotes liberados ao mar, totalizando, até 2007, mais de 8 milhões. Mais uma boa novidade: cerca de 70% dos ninhos permanecem in situ, ou seja, são mantidos nos locais originais de postura.

Uma das principais ameaças contra a vida das tartarugas marinhas são as redes de pesca, pois quando se enroscam nelas, não conseguem subir à superfície para respirar. Acabam morrendo sem ar. Outros grandes problemas que as tartarugas enfrentam no litoral brasileiro é a ingestão de lixo, que provoca doenças, o sufocamento por sacolas de plástico jogadas no mar e traumas provocados por embarcações de lazer, como iates e jet skis. Desde 2002, há em Ubatuba um Centro de Reabilitação de Tartarugas Marinhas para prestar atendimento a quase 100 tartarugas que vão parar na praia anualmente por algum desses motivos. “Por isso a principal orientação para quem frequenta praias, ainda que só nas férias, é cuidar muito bem de seu lixo e não deixar nada na areia. Fatalmente esses dejetos vão parar no mar”, diz a bióloga.

Uma curiosidade em relação às tartarugas marinhas é que sua origem foi na terra. Seu habitat virou marinho há 180 milhões de anos, e para isso elas sofreram adaptações como a diminuição no número de vértebras e ganharam uma carapaça resistente, porém mais leve que a das espécies de terra. Os dentes deixaram de existir e, em seu lugar, a tartaruga marinha ganhou um bico, e suas patas viraram nadadeiras. Elas vivem cerca de 100 anos e as fêmeas sempre botam ovos na praia onde nasceram, mesmo que para isso elas precisem se deslocar 2.000 km.

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