AQUI COMPARTILHO DE FORMA GENERALIZADA O DIA A DIA DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL MUNICIPAL. ASSIM DEIXO IDÉIAS,NEM SEMPRE FÁCEIS E ORIGINAIS,MAS CRIATIVAS E POSSÍVEIS DE SEREM REALIZADAS COM TURMAS DE TRINTA E CINCO CRIANÇAS,DE TRÊS A SEIS ANOS,BEM COMO HISTÓRIAS E "CAUSOS" VIVIDOS OU OUVIDOS POR MIM QUE SINTETIZAM O QUANTO PODE SER MARAVILHOSO OU NÃO O DIA A DIA DE UM PROFESSOR.
Mostrando postagens com marcador EU. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EU. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 11 de maio de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Comemorar?
Nos meus MARCADORES tenho : DATAS COMEMORATIVAS, no entanto esta não é a base do currículo desenvolvido com minha turma, e tão pouco na escola que trabalho. No entanto não podemos ignorar o mundo fora da escola, ou as manifestações culturais de nossa sociedade tão plural ! Assim, como ignorar a Páscoa? Mas como explicar, sem entrar no mérito religioso, a motivação desta data, que tem como ícone um COELHO QUE BOTA OVOS E O PIOR, DE CHOCOLATE! 

O Dia Do Índio parece esquecido por nossa sociedade, bem como sua importância no que tange as tradições e culturas que nos precedem e permanecem no nosso vocábulário, alimentação e em nossas raízes. No entanto já ouvi de um professor que ele : NÃO IA COMEMORAR O DIA DO ÍNDIO, POIS SE ISSO OCORRESSE ELE TERIA QUE TRABALHAR COM AS TURMAS O DIA DO GORDO, DO MAGRO! Diante de tal conceito como desenvolver e signicar esta data, esta minoria? Como desenvolver o tema da inclusão, do respeito as diferenças, e principalmente o preconceito social, e étnico? O que fazer e como tratar o dia da Consciência negra? Já ouvi também de um dito Pedagogo: " E O DIA DO BRANCO?" Daí respondi : " O dia do branco se deu e se dá, ainda, todos os dias, durante os mais de 300 anos nos quais os negros foram ESCRAVIZADOS! No entanto, a pluralidade de nossa cultura pede o dia do negro, do branco, do vermelho e do amarelo!
O mesmo se dá no Dia das Mães, elas gostam, e sabemos que, enquanto Mães, gostamos desta homenagem, mas por outro lado o que fazer com os que não tem mãe? No Dia dos Pais passamos pelo mesmo dilema. Na Festa Junina fica mais dificil, pois a festa nasceu como comemoração às fartas colheitas , além de ser uma festa cheia de influência dos inúmeros países que nos colonizaram. Mas outra vez entramos num mérito religioso, já que São João é citado muitas vezes, inclusive nas músicas.... Assim algumas crianças não participam, e onde fica a questão da nossa Cultura e Folclore na Educação? No Dia das Crianças é mais fácil, mas para quem lembra temos nesta data o feriado de Nossa Senhora Aparecida.
E por fim quando chegamos no Natal a história realmente perde o controle, pois comemoramos, falamos de Papai Noel, e não podemos falar o que motivou a tradição e muito menos do Aniversariante do dia 25 de Dezembro, pois a escola é Laica!!!!!!
O que Fazer? Em geral chamamos estas Datas Comemorativas de: Manifestações Culturais e Sociais, pois elas estão inseridas em nossa sociedade,em nossa cultura e em nós. No entanto temos que ter medidas para tratar delas, medidas que nós Professores, ao planejarmos e fundamentarmos o Currículo, temos que deixar claras, para não cairmos na tentação de passarmos duzentos dias letivos comemorando alienadamente até o Dia do Cacau (26 de Março)...
POSTADO ORIGINALMENTE NESTE BLOG EM 30/03/2011 •♥´¨`♥•.¸¸.•♥´¨`♥~•.¸¸.•♥´¨`♥•.¸¸.•♥´¨`♥•♥´¨`♥•.¸¸.•♥´¨`♥~•.¸¸.•♥´¨`♥•.¸¸.•♥´¨`♥•♥´¨`♥•.¸¸.•♥´¨`♥~•.¸¸.•♥´¨`♥•
Ana Cláudia
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Criança e Infância
Disciplina: EIC 4 - Educação Infantil e a Criança com Necessidades Especiais.
A partir das leituras e estudos realizados, faça uma análise e elabore um texto, usando as suas próprias palavras, sobre a história social da infância (ou a história social da criança e da família) abordando o porquê de se dizer que tanto o conceito de infância quanto o de criança são socialmente construídos.
As concepções de criança e de infância como as conhecemos hoje, nos parecem naturais, ou seja, parecem ter sempre existido em nossas mentes e sociedade, no entanto tais concepções tem se modificado ao longo da história, oscilando, segundo Ariés (1981) “entre os pólos em que as crianças eram consideradas ora um bibelô, ora um “ser incompleto”.
Assim tais concepções foram historicamente construídas, e por isso é que se pode perceber os grandes contrastes em relação ao sentimento de infância no decorrer dos tempos. Na Idade Média a criança era vista como um adulto em miniatura, e rapidamente era inserida no mundo adulto, sem nenhuma preocupação em relação à sua formação enquanto um ser específico, sendo exposta a todo tipo de experiência. Nos séculos XVI e XVII, segundo Ariés, surgem as primeiras demonstrações de “sentimento de infância”, tal sentimento teve origem na família, que passou a ver as crianças com ingenuidade, gentileza e graça durante o período da primeira infância,
Segundo Áries, até o século XVII, a socialização da criança e a transmissão de valores e de conhecimentos não eram assegurados pelas famílias, mas ao final do século XVII outro sentimento de infância, impulsionado por críticas de “homens da lei” e religiosos, em relação a “paparicação” dos adultos para com as crianças, esse outro sentimento estava relacionado a disciplinar as crianças para que se tornassem homens racionais, morais e cristãos. As grandes transformações sociais ocorridas no século XVII contribuíram decisivamente para a construção de um sentimento de infância. As mais importantes foram as reformas religiosas católicas e protestantes, que trouxeram um novo olhar sobre a criança e sua aprendizagem. A escola passa a ser responsável pelo processo de formação da criança até que ela estivesse “pronta” para a vida na sociedade, a aprendizagem, além da questão religiosa, passa a ser um dos pilares no atendimento à criança.
Este breve histórico demonstra que as concepções de criança e infância passaram por um processo secular de transformação, no qual criança ganhou status de “adulto em formação”, a infância se tornou uma etapa imprescindível à vida humana e a educação desta infância passa a ser responsabilidade uma instituição organizada para atender as expectativas da sociedade em relação ao que as crianças virão a se, à escola. Desta forma os conceitos de criança e de infância se tornam universais, e tendem a ser adequados à cultura, ao cenário econômico, religioso e intelectual de cada sociedade. Na modernidade, de forma generalizada, a criança é vista como um sujeito de direitos, situado historicamente e que precisa ter as suas necessidades físicas, cognitivas, psicológicas, emocionais e sociais, supridas através de um atendimento integral e integrado, entre família, escola, e sociedade. Já de forma específica a criança pode ser concebida como um “vir a ser”, uma matéria-prima para a construção do adulto, como um ser inocente que precisa ser protegido, como natureza que se desenvolve de forma inata em estágios biológicos ou ainda como suprimento para o mercado de trabalho.
Desta forma os conceitos de criança e infância construídos durante séculos são um legado as sociedades contemporâneas, e prosseguem sendo objeto de estudo em inúmeras áreas do conhecimento humano, no entanto temos que nos atentar ao fato de que estes conceitos geram uma massificação e homogeneização das concepções de criança e infância, nos dando a falsa impressão de que todas as crianças são iguais, de que todas as infâncias são iguais, as deixando sem contexto, sem singularidade. Outro ponto que merece atenção é que tais conceitos estão em dissonância com o atual contexto social, no qual buscamos construir uma sociedade para todos, inclusiva, uma sociedade que se adéqüe as diferenças ao invés de fingir que elas não existem, buscamos também uma escola para todos, ainda que eles sejam diferentes, não temos, neste contexto, a necessidade de uma única concepção de criança, ou de infância, atualmente buscamos ser capazes de aceitar que dependendo da cultura, da sociedade ou até da família, uma criança viva a infância de forma diferente de outra, que as questões econômicas fazem as infâncias serem diferentes umas das outras, e que estes fatores sociais influenciam padrões biológicos descritos como característicos da infância, podendo sufocá-los, potencializá-los ou anulá-los, ou seja, estamos experiênciando conceber a criança e a infância como únicas em cada indivíduo, abrindo espaço para que esta criança nos apresente a si própria e a sua infância.
O discreto bater de asas de anjos
Disciplina: EIC 4 - Educação Infantil e a Criança com Necessidades Especiais.
O texto “O discreto bater de asas de anjos” de Rubem Alves, nos conta que indivíduos com Síndrome de Down não conseguem, nem aprendem a ser desonestos como os demais indivíduos. A leitura me propiciou a percepção, mais clara, a respeito do fato de que ensinamos às crianças a “arte de fingir”, pois elas, não sabem mentir, ou fingir uma emoção, um desejo, um sentimento, somos nós, tanto em casa, quanto na escola, que ensinamos o quão interessante pode ser esta aprendizagem. No entanto aprender a mentir tem limites, pois o corpo, como afirma Rubem Alves, no texto, “carrega duas caixas na inteligência: a caixa de ferramentas e a caixa de brinquedos”, sendo que nesta caixa de ferramentas ficam guardadas todas as aprendizagens úteis. Assim, nas salas de aula, os indivíduos fingem que aprendem o que não tem utilidade, ou significado para eles, mas este conhecimento não fica armazenado na caixa de “ferramentas” e logo é descartado. Já o indivíduo com Síndrome de Down não consegue fingir que aprendeu, que gostou, que aceitou (fato que também dificulta sua inclusão nesta sociedade acostumada a fingir!), ele apenas se recusa a prosseguir, e essa intolerância “ao fingimento” é o nosso termômetro para o trabalho que desenvolvemos com eles, e com a maioria das crianças que apresentam outras necessidades educacionais especiais, podendo ser estendido a todas as crianças, pois diariamente nos deparamos com crianças que se negam a ir á escola, principalmente no início do ano, devido ao necessário período de adaptação pelo qual todos passam. No entanto passado este momento as crianças passam a adorar a escola, e todas as vezes que voltam a se negar ou a chorar “as luzes amarelas devem ser acesas” como um alerta a nossa prática em sala, a nossa conduta, ou conduta de outros funcionários da escola, bem como ao tipo de conhecimento que estamos desenvolvendo e principalmente de que maneira, pois a recusa pode ter sido originada devida experiências pouco significativas e interessantes na escola, e a criança não sabendo ainda a “arte de fingir” só conseguem, como Edmar, se negar a prosseguir. Diante da negativa de qualquer criança devemos, assim como a Fundação Síndrome de Down, do texto, buscar caminhos, soluções e adequações, ao invés de simplesmente optarmos por EXCLUIR!
Enfim, o texto de Rubem Alves claramente nos fala da Síndrome de Down, e da peculiar condição dos indivíduos que tem esta síndrome, no entanto o texto nos trás também a questão das adequações que devem ser feitas para que estes indivíduos sejam incluídos de forma efetiva em nossas escolas e sociedade. Desta forma a palavra adequação, talvez, seja o principal verbo a ser colocado em ação para que a Inclusão ocorra verdadeiramente.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Construindo 2012
Plano de Ensino
PLANO DE TRABALHO SEMESTRAL 2012
PROFESSORA: ANA CLÁUDIA |
AGRUPAMENTO: IA |
CAMPO DE EXPERIÊNCIA: LINGUAGEM ARTISTICA |
OBJETIVO DO TRABALHO COM ESSE CAMPO: PROPICIAR O CONHECIMENTO DE DIVERSOS MATERIAIS NO FAZER ARTÍSTICO; |
DESENVOLVER E AMPLIAR E O INTERESSE E CURIOSIDADE NA PRODUÇÃO E EXPRESSÕES ARTÍTICAS. |
Quais experiências precisam ser garantidas às crianças? EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM | Quais as ações do professor? ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS | Como organizarei o ambiente para garantir essas aprendizagens? |
LINGUAGEM MUSICAL AMPLIAR O REPERTÓRIO DE MÚSICAS E CANÇÕES; OUVIR E PRODUZIR SONS; LINGUAGEM TEATRAL TEATRALIZAR HISTÓRIAS, ASSISTINDO E REPRESENTANDO; LINGUAGEM VISUAL EXPLORAR E CONHECER DIVERSOS MATERIAIS, MEIOS E SUPORTES PARA DESENVOLVER E EXPRESSAR SUAS PRÓPRIAS IDÉIAS E INICIATIVAS ATRAVÉS DE PRODUÇÕES VISUAIS. | PROMOVER MOMENTOS PARA CANTAR, OUVIR E APRECIAR MÚSICAS; ESTRUTURAR A SALA DE CONVIVÊNCIA COMO ESPAÇO FLEXÍVEL; PROPICIAR DIVERSIDADE DE MATERIAIS; ORGANIZAR MOMENTOS DE APRECIAÇÃO; | ESPAÇO SALA DE CONVIVÊNCIA: JOGOS MUSICAIS PARLENDAS; TRAVA-LÍNGUAS; DESENHAR O QUE OUVEM; SONORIZAR HISTÓRIAS; PÁTIO INTERNO: APRESENTAÇÕES TEATRAIS; SALA DE LEITURA: APRESENTACÕES TEATRAIS; “ATELIE” (MESAS E PAREDE DE AZULEJO) MODELAGEM; ESCULTURA; MATERIAIS: PAPEL CARTÃO; FANTOCHES; PAPEL ESPELHO; CDS; DVS; RÁDIO; TINTAS DIVERSAS; MASSA DE MODELAR; COLA; TESOURA; ROUPAS; ORGANIZAÇÃO DO TEMPO SEQUENCIADA INTERAÇÕES CRIANÇA COM O USO DOS MATERIAIS |
PLANO DE TRABALHO SEMESTRAL 2012
PROFESSORA: ANA CLÁUDIA |
AGRUPAMENTO: IA |
CAMPO DE EXPERIÊNCIA: NATUREZA E CULTURA |
OBJETIVO DO TRABALHO COM ESSE CAMPO: APROPRIAR-SE DE SUA HISTÓRIA DE VIDA E DE CONHECIMENTOS CULTURAIS; |
APRENDER A LER O MUNDO COM INSTRUMENTOS CIENTÍFICOS. |
Quais experiências precisam ser garantidas às crianças? EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM | Quais as ações do professor? ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS | Como organizarei o ambiente para garantir essas aprendizagens? |
OBSERVAR, EXPLORAR, MANIPULAR, E EXPERIMENTAR ELEMENTOS DO AMBIENTE QUE AS RODEIAM; CONHECER SUA HISTÓRIA DE VIDA; CONHECER E RESGATAR, HÁBITOS E CULTURAS, BEM COMO MANIFESTAÇÕES CULTURAIS; | OFERECER ÀS CRIANÇAS NOVAS INFORMAÇÕES E PROPICIAR EXPERIÊNCIAS DIVERSAS; ORGANIZAR ATIVIDADES NAS QUAIS INSTALE, RESGATE, E PROPONHA PERGUNTAS, INCITANDO QUESTIONAMENTOS, FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES, E A CONSTRUÇÃO DE NOVOS CONHECIMENTOS; ESTRUTURAR SITUAÇÕES NAS QUAIS AS CRIANÇAS EXPONHAM SABERES CONSTRUÍDOS A PARTIR DE SUAS EXPERIÊNCIAS ANTERIORES, INTERAGINDO COM O CONHECIMENTO SOCIALMENTE CONSTRUÍDO; | ESPAÇO SALA DE CONVIVÊNCIA RODA DE CONVERSA PÁTIO EXTERNO E PARQUE CONHECER E OBSERVAR O AMBIENTE ORGANIZAÇÃO DO TEMPO PERMANENTE; SEQUENCIADA; MATERIAIS- INTERAÇÕES CRIANÇA COM OUTRAS CRIANÇAS; CRIANÇA COM OS ADULTOS; CRIANÇA COM O PRÓPRIO CORPO; CRIANÇA COM O AMBIENTE; |
PLANO DE TRABALHO SEMESTRAL 2012
PROFESSORA: ANA CLÁUDIA |
AGRUPAMENTO: IA |
CAMPO DE EXPERIÊNCIA: LINGUAGEM VERBAL E ESCRITA |
OBJETIVO DO TRABALHO COM ESSE CAMPO: APRENDER A EXPRESSAR-SE ORALMENTE; PENSAR E PRATICAR OS USOS DA PALAVRA ESCRITA. |
Quais experiências precisam ser garantidas às crianças? EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM | Quais as ações do professor? ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS | Como organizarei o ambiente para garantir essas aprendizagens? |
COMUNICAR-SE NO COTIDIANO; AMPLIAR O VOCÁBULÁRIO; APERFEIÇOAR A PRONÚNCIA DAS PALAVRAS; APRENDER A ESCUTAR; APRENDER A APOIAR-SE EM SUA MEMÓRIA E EM SEUS PRÓPRIOS CONVERSAR EM GRUPO E SITUAÇÕES DE COMUNICAÇÕES INFORMAIS E OU FORMAIS; DESENVOLVER RECURSOS EXPRESSIVOS PARA SE COMUNICAR; CONHECER E GRAFAR O PRÓPRIO NOME, APOIANDO-SE EM FILIPETAS PARA COPIÁ-LO; UTILIZAR A ESCRITA PARA SEGUIR INSTRUÇÕES E INSTRUIR; | INCENTIVAR A : CONVERSAR SEGUIR INSTRUÇÕES; TRANSMITIR RECADOS; RELATAR EPISÓDIOS; CONTAR HISTÓRIAS; CANTAR; ARGUMENTAR; ESCREVER O PRÓPRIO NOME, MARCAR SUAS REALIZAÇÕES; COLOCAR-SE COMO ESCRIBA; | ESPAÇO SALA DE CONVIVÊNCIA RODA DE CONVERSA; RIMAS E MÚSICAS; LISTA DE CHAMADA; LISTA DE AJUDANTE DO DIA; CONTAGEM DA TURMA, COM A LETRA INICIAL DO NOME; ROTINA DO DIA; SALA DE LEITURA LIVROS FANTOCHES PÁTIO INTERNO/EXTERNO BRINCADEIRAS CANTADAS E/ OU RIMADAS: CORRE COTIA BATATA QUENTE NOÉ ACOLHIMENTO COM MÚSICA SEGUIR PISTAS E INSTRUÇÕES ORGANIZAÇÃO DO TEMPO PERMANENTE SEQUENCIADA MATERIAIS- LIVROS FANTOCHES; ALFABETÁRIO; FILIPETA COM O NOME LÁPIS DE ESCREVER; LOUSA; GIZ DE LOUSA; INTERAÇÕES CRIANÇA COM OUTRAS CRIANÇAS; CRIANÇA COM OS ADULTOS; CRIANÇA COM O PRÓPRIO CORPO; |
PLANO DE TRABALHO SEMESTRAL 2012
PROFESSORA: ANA CLÁUDIA |
AGRUPAMENTO: IA |
CAMPO DE EXPERIÊNCIA: CONHECIMENTO MATEMÁTICO |
OBJETIVO DO TRABALHO COM ESSE CAMPO: APROXIMAR A CRIANÇA DOS DIFERENTES USOS E FUNÇÕES DOS NÚMEROS |
Quais experiências precisam ser garantidas às crianças? EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM | Quais as ações do professor? ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS | Como organizarei o ambiente para garantir essas aprendizagens? |
EXPLORAR OS NÚMEROS RELACIONAR QUANTIDADES AO SÍMBOLO NUMÉRICO; COMPARAR QUANTIDADES; EXPLORAR O SISTEMA NUMÉRICO ORAL RECITAR A SÉRIE NUMÉRICA ORAL; LER E ESCREVER NÚMEROS REGISTRAR SÍMBOLOS NUMÉRICOS; | PROPOR ATIVIDADES NAS QUAIS OS NÚMEROS TENHAM FUNÇÕES ORGANIZAR SITUAÇÕES DE CONTAGEM ORAL SIGNIFICAR AS ESCRITAS NUMÉRICAS OPORTUNIZAR MOMENTOS PARA MANIPULAÇÃO DE OBJETOS QUE APRESENTEM DIFERENTES FORMAS, EXPLORANDO SUAS PROPRIEDADES. | ESPAÇO SALA DE CONVIVÊNCIA REGISTROS NA LOUSA ORGANIZAÇÃO DE MATERIAIS CONTAGEM DA TURMA PÁTIO INTERNO/EXTERNO DOMINÓ AMARELINHA BATATINHA FRITA um, 2,3 JOGOS COM BOLA PULAR CORDA PÁTIO TERREO ACOLHIMENTO COM MÚSICAS QUE CONTENHAM NÚMEROS, SEQUÊNCIAS NUMÉRICAS, E CONTAGENS; ORGANIZAÇÃO DO TEMPO SEQUÊNCIA; PERMANENTE; MATERIAIS DOMINÓ; BOLA; LOUSA; GIZ DE LOUSA; CORDA; BLOCOS LÓGICOS; INTERAÇÕES CRIANÇA COM OUTRAS CRIANÇAS; CRIANÇA COM OS ADULTOS; CRIANÇA COM O PRÓPRIO CORPO; |
PLANO DE TRABALHO SEMESTRAL 2012
PROFESSORA: ANA CLÁUDIA |
AGRUPAMENTO: IA |
CAMPO DE EXPERIÊNCIA: LINGUAGEM CORPORAL |
OBJETIVO DO TRABALHO COM ESSE CAMPO: CONHECER O PRÓPRIO CORPO E AMPLIAR SUAS COMPETÊNCIAS, IMITANDO, CRIANDO |
E COMBINANDO MOVIMENTOS A DIVERSOS OBJETOS |
Quais experiências precisam ser garantidas às crianças? EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM | Quais as ações do professor? ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS | Como organizarei o ambiente para garantir essas aprendizagens? |
EXPLORAR O PRÓPRIO CORPO PELO MOVIMENTO CONHECER O PRÓPRIO CORPO; AMPLIAR E EXPLORAR AS DIVERSAS POSSIBILIDADES DE MOVIMENTO; EXPLORAR O MUNDO PELO MOVIMENTO ATUAR, UTILIZANDO O CORPO, EM DIFERENTES ESPAÇOS E COM DIFERENTES OBJETOS; | CRIAR CONDIÇÕES PARA A LIVRE EXPRESSÃO CORPORAL DA CRIANÇA; INCENTIVAR A UTILIZAÇÃO DE MOVIMENTOS QUE JÁ DOMINAM, COMBINADOS A NOVOS MOVIMENTOS, BEM COMO A OBJETOS. | ESPAÇO SALA DE CONVIVÊNCIA, PÁTIO INERNO, PÁTIO EXTERNO DURO OU MOLE DANÇAR AMARELINHA CIRCUITO PEGA PEGA COLETIVO DANÇA DA CADEIRA COLETIVA JOGOS COM BOLA CORRE COTIA VIVO OU MORTO PULAR CORDA ORGANIZAÇÃO DO TEMPO PERMANENTE MATERIAIS BOLA CORDA GIZ DE LOUSA CD RÁDIO CADEIRAS TECIDO INTERAÇÕES CRIANÇA COM OUTRAS CRIANÇAS; CRIANÇA COM OS ADULTOS; CRIANÇA COM O PRÓPRIO CORPO; CRIANÇA COM O USO DE MATERIAIS |
PLANO DE TRABALHO SEMESTRAL 2012
PROFESSORA: ANA CLÁUDIA |
AGRUPAMENTO: IA |
CAMPO DE EXPERIÊNCIA: CONHECIMENTO DE SI, DO OUTRO E DO AMBIENTE |
OBJETIVO DO TRABALHO COM ESSE CAMPO: SIGNIFICAR OS TEMPOS RELACIONADOS À HIGIENE E AOS CUIDADOS CONSIGO, |
ALÉM DOS TEMPOS DESTINADOS A NUTRIÇÃO. |
Quais experiências precisam ser garantidas às crianças? EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM | Quais as ações do professor? ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS | Como organizarei o ambiente para garantir essas aprendizagens? |
CUIDAR DE SI DESENVOLVER E AMPLIAR HÁBITOS REGULARES DE HIGIENE PESSOAL; EXPERIMENTAR DIFERENTES ALIMENTOS E UTILIZAR DE FORMA ADEQUADA OS TALHERES; RECONHECER SITUAÇÕES DE POTENCIAL PERIGO; CUIDAR DO AMBIENTE AMPLIAR OS CUIDADOS DE HIGIENE COM OS ESPAÇOS E OBJETOS QUE UTILIZAM; SABER DE SI IDENTIFICAR RECURSOS E LIMITAÇÕES PESSOAIS | COMUNICAR INSTRUÇÕES SOBRE A ORGANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS, HIGIENE PESSOAL E SITUAÇÕES DE POTENCIAL PERIGO; ASSEGURAR QUE OS AMBIENTES DESTINADOS A HIGIENE E ALIMENTAÇÃO ESTEJAM LIMPOS ORGANIZADOS; VERIFICAR E DISPONIBILIZAR MATERIAIS ADEQUADOS A HIGIENE; PROPOR MOMENTOS NOS QUAIS AS CRIANÇAS EXPONHAM SEUS SENTIMENTOS, SONHOS, PLANOS E IDÉIAS | ESPAÇO SALA DE CONVIVÊNCIA, BANHEIRO, PÁTIO TERREO INSTRUÇÕES A RESPEITO DA HIGIENE PESSOAL, SAÚDE, ALIMENTAÇÃO; SALA DE CONVIVÊNCIA RODA DE CONVERSA RODA DE HISTÓRIA RODA DE APRECIAÇÃO ORGANIZAÇÃO DO TEMPO PERMANENTE MATERIAIS PAPEL TOALHA TALHERES SABONETE CANECAS ESCOVA DE DENTE CREME DENTAL TOALHA INTERAÇÕES CRIANÇA COM OUTRAS CRIANÇAS; CRIANÇA COM OS ADULTOS; CRIANÇA COM O PRÓPRIO CORPO; |
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Identificação e acompanhamento do aluno com necessidade educacional especial
Leia o capitulo 2 e ao final complete o quadro disponibilizado sobre os aspectos básicos da avaliação, priorizando e comentando cada item lá disposto.
| Antecedentes Familiares | 1. Observações em sala de aula |
| Q.I | 2. Registros/ relatórios da escola |
| Antecedentes Médicos | 3. Anotações do professor anterior |
| Conhecimentos e habilidades adquiridos | 4. Antecedentes familiares |
| Anotações do professor anterior | 5. Antecedentes médicos |
| Comentários dos próprios alunos | 6. Conhecimentos e habilidades adquiridos |
| Registros/ relatórios da escola | 7. Comentários dos próprios alunos |
| Exemplos de trabalho | 8. Exemplos de trabalho |
| Resultados de testes de leitura | 9. Resultados de testes de leitura |
| Observações em sala de aula | 10. Q.I |
1-Observações em sala de aula (levantamento de informações)
As observações em sala de aula se constituem de relatórios nos quais o professor pode descrever , resumir ou informar o desenvolvimento social do aluno, bem como acontecimentos significativos, ou trabalhos realizados. Estas observações devem se ater a fatos, evitando interpretações pessoais.
2- Registros/ relatórios da escola (levantamento de informações)
Os registros/ relatórios da escola, podem ser não apenas escritos, mas também audiovisuais , realizados através de equipamentos que captem sons e/ou imagens.
3- Anotações do professor anterior (levantamento de informações)
As anotações do professor anterior auxiliam no levantamento de informações e consequentemente na identificação dos níveis de desenvolvimento em aspectos de comunicação, emocional e de relacionamento social. Estas anotações devem se ater a fatos, evitando interpretações pessoais do professor , caso contrário tais anotações podem nos fornecer interpretações errôneas a respeito do aluno.
4-Antecedentes familiares (levantamento de informações)
Os antecedentes familiares nos trazem informações a respeito do meio no qual o aluno se desenvolve, contextualizando os fatores, num âmbito mais amplo, que influenciam em suas possibilidades educativas .
5-Antecedentes médicos ( levantamento de informações)
Os antecedentes médicos trazem informações que nos possibilitam considerar aspectos que condicionem ou favoreçam o processo de aprendizagem.
6- Conhecimentos e habilidades adquiridos (análise)
Os conhecimentos e habilidades adquiridos pelo aluno poderão começar a ser conhecidos pelo professor a partir da analise das informações levantadas a seu respeito. Assim o professor irá detectar o que o aluno sabe em relação aos objetivos e aos conteúdos das áreas curriculares, estruturando gradualmente os processos de ensino-aprendizagem que irão contemplar aquele aluno.
7-Comentários dos próprios alunos (analise)
Os comentários dos próprios alunos a respeito das atividades e dos acontecimentos em sala de aula fazem parte do processo de avaliação, que deve ser cooperativo, e contar com a analise de todos os envolvidos nesse processo.
8- Exemplos de trabalhos (ação)
Os exemplos de trabalho utilizados no processo de avaliação devem ser do próprio aluno, já que ele só deve ser comparado com ele mesmo. Estes trabalhos podem servir como base para que o professor estruture outros trabalhos, adequando os objetivos propostos, os ajustando ao estilo de aprendizagem do aluno, as áreas de conhecimento de seu maior interesse, a até mesmo a seu nível de atenção.
9 e 10 Resultados de testes de leitura e Teste de Q.I (levantamento de informações)
Testes de leitura, e de Q.I , baseiam-se em normas, são descontextualizados do currículo escolar e comparam o aluno com os outros.Desta forma não permitem mensurar o desempenho real do aluno em relação a apropriação ou não aos objetivos de ensino traçados pelo professor. Assim estes teste não constituem uma fonte de informações úteis para conhecer o desempenho dos alunos e tão pouco pra planejar e estruturar planos de ensino.
Assinar:
Postagens (Atom)




