AQUI COMPARTILHO DE FORMA GENERALIZADA O DIA A DIA DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL MUNICIPAL. ASSIM DEIXO IDÉIAS,NEM SEMPRE FÁCEIS E ORIGINAIS,MAS CRIATIVAS E POSSÍVEIS DE SEREM REALIZADAS COM TURMAS DE TRINTA E CINCO CRIANÇAS,DE TRÊS A SEIS ANOS,BEM COMO HISTÓRIAS E "CAUSOS" VIVIDOS OU OUVIDOS POR MIM QUE SINTETIZAM O QUANTO PODE SER MARAVILHOSO OU NÃO O DIA A DIA DE UM PROFESSOR.
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domingo, 11 de abril de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Especial para o Fundamental ( Ciências Naturais)
SER AMIGO DO TUBARÃO É POSSÍVEL
Conheça o Protuba, uma idéia para proteger os mais temidos animais marinhos
Por: Cathia Abreu, Ciência Hoje das Crianças
Publicado em 06/01/2005 | Atualizado em 02/03/2010
A pesca exagerada de tubarões, a sobrepesca, acontece quando existe a captura de uma espécie acima do limite recomendado. Desta forma, o animal não tem tempo de se reproduzir e devolver aos oceanos a quantidade de peixe necessária para o equilíbrio de sua espécie. Por isso, esses animais vão aos poucos desaparecendo. (foto: Instituto Aqualung)
Peixes temidos, eles causam pânico por onde passam. Filmes e até uma trilha sonora que sinaliza a presença desses animais fizeram sucesso no cinema. Basta ouvir um som que parece um “tum, tum, tum, tum” e logo alguém grita: TUBARÃO! Mas será que há razão para tanto medo?
Um projeto chamado Tubarões no Brasil (Protuba) quer mostrar que não. Dirigido pelo biólogo marinho Marcelo Szpilman e gerenciado pelo Instituto Ecológico Aqualung, tem o objetivo de fazer com que as pessoas conheçam melhor os hábitos desses animais marinhos e percebam como é importante preservar os tubarões existentes no nosso país.
Preservar tubarões? Pois é. A idéia pode soar estranha, mas Marcelo explica que os tubarões não são tão terríveis e perigosos como se vê no cinema. Duro é convencer as pessoas disso e ainda conseguir colaboradores pela sobrevivência desses animais. “Os tubarões não são logo aceitos como golfinhos, baleias e tartarugas”, conta Marcelo. ”Por isso, é difícil encontrar simpatizantes para a causa.”
Hoje, existem 88 espécies no Brasil, sendo que 33 delas correm risco de extinção. Para tentar mudar essa realidade é que o projeto Tubarões no Brasil está aí.
O primeiro passo da iniciativa é fazer com que todos saibam como é necessário proteger o tubarão. Mas como fazer isso se o animal tem má fama? Simples: explicando as razões pelas quais ele é importante, por meio de informações oferecidas pelo projeto e até por palestras ministradas por pesquisadores, que podem ser solicitadas pelas escolas e universidades ao Protuba.
Você sabia, por exemplo, que os tubarões desempenham um papel e tanto nos oceanos? Como estão no topo da cadeia alimentar, são eles que promovem a ordem e mantém o equilíbrio populacional nos oceanos. Comendo certos animais, eles evitam o aumento exagerado das espécies. Além disso, por serem carniceiros ‐ assim como os urubus na terra, que consomem carniças e contribuem para a higiene do ambiente em que vivemos ‐, os tubarões comem os animais doentes, feridos ou mortos e tratam da limpeza dos oceanos.
A cadeia alimentar
As espécies que vivem em um mesmo ambiente estão ligadas entre si, como elos de uma grande corrente. O motivo que as une é o alimento: uns servem de alimento aos outros, sendo que, os mais fortes comem os mais fracos. Assim, todos podem consumir a matéria que forma seus corpos e acumular energia para realizar as suas funções vitais.
Ao contrário do que muitos pensam, os tubarões também não atacam qualquer presa que aparece pela frente. Cada animal tem uma alimentação adequada à sua espécie, além de ter sua própria estratégia de caça.
As espécies que vivem em um mesmo ambiente estão ligadas entre si, como elos de uma grande corrente. O motivo que as une é o alimento: uns servem de alimento aos outros, sendo que, os mais fortes comem os mais fracos. Assim, todos podem consumir a matéria que forma seus corpos e acumular energia para realizar as suas funções vitais.
Ao contrário do que muitos pensam, os tubarões também não atacam qualquer presa que aparece pela frente. Cada animal tem uma alimentação adequada à sua espécie, além de ter sua própria estratégia de caça.
O tubarão-branco, por exemplo, geralmente ataca pessoas quando as confunde com uma presa. Mergulhadores podem virar alvo desse peixe porque a roupa que usam faz com que se pareçam com focas, um dos seus pratos prediletos! Já o tubarão cabeça-chata vê as pessoas como invasoras de seu território, o que provoca o ataque. Mas tanto uma espécie quanto a outra, quando atacam e notam que não são suas presas habituais, soltam as vítimas na primeira mordida.
Especial para o Fundamental ( Ciência Naturais)
Entenda por que surfistas e banhistas estão na mira desses peixes
Por: Pedro Gomes Ribeiro, Especial para a Ciência Hoje das Crianças
Publicado em 08/06/2004 | Atualizado em 02/03/2010
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Especial para o Fundamental (Ciências Naturais)
Por que as baleias encalham?
Conheça os diferentes motivos que podem fazer esses animais se desviarem de sua rota
Publicado em 26/11/2006 | Atualizado em 11/12/2009
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Especial para o Fundamental ( Ciências Naturais)
EMEF Ministro Calógeras
EMEF MANOEL CARLOS DE FIGUEIREDO FERRAZ
EMEF MANOEL CARLOS DE FIGUEIREDO FERRAZ
Projeto Animais Marinhos
Projeto Animais Marinhos
Objetivos:
Leitura
Pesquisa
Integração
Duração seis semanas.
Optei pelo trabalho em grupo.
Organizei a sala em 10 grupos de 4 alunos tendo o cuidado de colocar dois alfabéticos em cada grupo.
Houve um sorteio dos animais: caranguejo, tubarão azul, baleia jubarte e cavalo marinho.
Cada grupo ficou responsável por um animal e ao final do trabalho deveria apresentar para os outros grupos
de forma que todos conhecessem todos os animais.
Em cada grupo nomeamos um aluno responsável pela distribuição das tarefas.
Comanda:
Pesquisa científica dos animais na Internet com opção de sites oferecido pelo regente e pelo poie. da turma e, pela pesquisa de dois alunos, fora da sala de aula (casa e lanhouse).
Ficha do bicho, realizada a partir dos textos destacados na Internet e, pelos textos do material do TOF.
Curiosidades, baseado no projeto dos animais do pantanal, realizado no 1º ano, assim como, a ficha do animal.
Cartaz- desenho, pintura, (maquete opcional)
Combinamos desenvolver as atividades uma vez por semana sempre as quartas-feiras porque não temos atividades extra-classe nesse dia.
Entreguei para cada grupo cópia do texto (guia TOF) referente ao animal. Ofereci outras fontes de pesquisa para que eles pudessem procurar em casa.
Utilizamos duas aulas da informática para pesquisa.
Durante a realização das atividades ofereci para os não alfabéticos momentos de leitura das palavras que se repetiram nos textos: animal, comprimento, peso, alimentação, filhote. Os mesmos também realizaram a escrita dos nomes dos animais, por meio do uso de letras móveis e, contribuíram com os desenhos.
Na apresentação os dois grupos que pesquisaram o mesmo animal se juntaram.
Avaliação
Aspectos positivos:
Integração do grupo, pois com ou sem discussão eles acabavam se entendendo, participação da família embora timidamente, ou seja, muito pouco e interesse das crianças pela realização e participação no trabalho.
Aspecto negativo:
Falta de envolvimento e compromisso por parte de alguns elementos dos grupos que acabou sobrecarregando os colegas.
EMEF PROF. ANTONIO DE SAMPAIO DORIA
EMEF. Professor Antonio de Sampaio Dória
São Paulo - SP
05/12/2008
sábado, 6 de março de 2010
Curiosidades
Golfinhos não
podem dormir
Ao contrário do homem, que respira normalmente enquanto dorme, os golfinhos precisam permanecer conscientes para respirar. Se o golfinho perder a consciência, morre sufocado. Por causa disso, não dorme como os humanos. Ele permanece numa semivigília durante oito horas por dia, vindo à superfície de tempos em tempos para respirar. Além disso, sempre mantém um olho aberto, alternando os olhos a cada hora.
Acesse o site
sexta-feira, 5 de março de 2010
Tartaruga Marinha
Ciências
Fundamentos
Outubro de 2009
Qual a situação atual das tartarugas marinhas?
Elas são uma das espécies ainda ameaçadas de extinção
Renata Costa (novaescola@atleitor.com.br)
Todas as cinco espécies de tartarugas marinhas que vivem ou se aproximam para desovar, se alimentar ou descansar no litoral brasileiro estão em risco de extinção. São elas a cabeçuda, de pente, a verde, a oliva e a de couro, também conhecida como gigante. Essas são encontradas em todos os oceanos do mundo. E existem mais duas espécies, a kempi, na região do Golfo do México, e a flatback, na Austrália.
A boa notícia é que a situação tem melhorado, segundo a bióloga do Projeto Tamar em Ubatuba, Suami Macedo. "Nesses quase 30 anos de trabalho do Tamar, começamos agora a comemorar alguns sinais de recuperação graças à conscientização principalmente dos pescadores", explica. Com a atuação da ONG, houve um aumento gradual do número de filhotes liberados ao mar, totalizando, até 2007, mais de 8 milhões. Mais uma boa novidade: cerca de 70% dos ninhos permanecem in situ, ou seja, são mantidos nos locais originais de postura.
Uma das principais ameaças contra a vida das tartarugas marinhas são as redes de pesca, pois quando se enroscam nelas, não conseguem subir à superfície para respirar. Acabam morrendo sem ar. Outros grandes problemas que as tartarugas enfrentam no litoral brasileiro é a ingestão de lixo, que provoca doenças, o sufocamento por sacolas de plástico jogadas no mar e traumas provocados por embarcações de lazer, como iates e jet skis. Desde 2002, há em Ubatuba um Centro de Reabilitação de Tartarugas Marinhas para prestar atendimento a quase 100 tartarugas que vão parar na praia anualmente por algum desses motivos. “Por isso a principal orientação para quem frequenta praias, ainda que só nas férias, é cuidar muito bem de seu lixo e não deixar nada na areia. Fatalmente esses dejetos vão parar no mar”, diz a bióloga.
Uma curiosidade em relação às tartarugas marinhas é que sua origem foi na terra. Seu habitat virou marinho há 180 milhões de anos, e para isso elas sofreram adaptações como a diminuição no número de vértebras e ganharam uma carapaça resistente, porém mais leve que a das espécies de terra. Os dentes deixaram de existir e, em seu lugar, a tartaruga marinha ganhou um bico, e suas patas viraram nadadeiras. Elas vivem cerca de 100 anos e as fêmeas sempre botam ovos na praia onde nasceram, mesmo que para isso elas precisem se deslocar 2.000 km.
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